Na mitologia Grega, Pandora foi a primeira mulher que existiu. Recebeu
de cada um dos Deuses um a graça, de outro a beleza, de outros a
persuasão, a inteligência, a paciência, a meiguice, a habilidade na
dança e nos trabalhos manuais. Hermes, porém, pôs no seu coração a
traição e a mentira. Foi feita à semelhança das deusas imortais como um
castigo de Zeus aos homens por uma “treta” com Prometeu. Enfim, casou-se
com Epimeteu que tinha em seu poder uma caixa que havia ganhado dos
deuses, esta continha todos os males (a caixa de Pandora). Avisou a
mulher que não a abrisse. Pandora não resistiu à curiosidade abriu e os
males escaparam. Por mais depressa que providenciasse fechá-la, restou
apenas um único: a esperança. E dali em diante, foram os homens
afligidos por todos os males.
A esperança estava na caixa como um mal, o que é de se refletir, a esperança podia ser interpretada como um mal por fazer as pessoas acreditarem ou terem a sensação de que podem controlar o futuro, e ao pensar que se pode controlar o futuro isso pode se tornar um perigo por agir com ilusão.
A esperança seria afinal algo bom ou algo ruim?
A única coisa que seu é que a esperança é fascinante por se tornar um dilema, ela pode ser boa e pode ser ruim, dependendo não dela, mas de quem a usa.
A esperança estava na caixa como um mal, o que é de se refletir, a esperança podia ser interpretada como um mal por fazer as pessoas acreditarem ou terem a sensação de que podem controlar o futuro, e ao pensar que se pode controlar o futuro isso pode se tornar um perigo por agir com ilusão.
A esperança seria afinal algo bom ou algo ruim?
A única coisa que seu é que a esperança é fascinante por se tornar um dilema, ela pode ser boa e pode ser ruim, dependendo não dela, mas de quem a usa.
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